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segunda-feira, 4 de julho de 2016

#goldenafternonday

MEU DEUS! O Sujeito não se inguenta pra matar um do coração, eu sei que parece ingratidão da minha parte mas geeente, dai-me o direito da invisibilidade a sua INTOLERÂNCIA a (eu ia falar a Lactose mas estou me referindo a outro) pois bem, passando das considerações particulares vamos para o que interessa, alguém sabe que dia é hoje? Por acaso seria o #CharlesIDay1Year? (que porra é essa?) Ou seria a independência Americana? Tambéééém, mas principalmente um dia que eu não me perdoaria se deixasse passar em branco depois do 25 de abril e do 4 de maio, e também do Radarsday HOJE É 4 DE JUUUULHOOO!! Dia da famosa Tarde Dourada e vou explicar melhor

O dia era 4, o mês era Julho, o ano, 1862, criava-se uma história “Sem pé nem cabeça” de uma menininha chamada Alice que seguia um coelho branco e ia parar num mundo muito doido com pessoas doidas, você conhece essa história, todos conhecem Alice no País das Maravilhas do autor Inglês Lewis Carroll e quem não conhece (em que mundo você vive?)Bem, vale a pena conhecer, foi num 4 de julho como hoje que a história surgiu durante um passeio de barco, Charles Lutwidge Dodgson (Lewis Carroll era um pseudônimo) era professor de matemática em Oxford e ele sempre levava  as filhas de seu patrão para dar um  passeio de barco e foi numa ocasião como essa que as meninas (dentre elas, uma chamada Alice) pediram que para ele contasse uma história, ele contou, e Alice depois, pediu para que ele registrasse, ele registrou e cá temos nós hoje esse belíssimo livro, como Carroll sempre contava histórias para as meninas mas apenas essa ele escreveu, eu fico imaginando que outros contos absurdos teria ele inventado naqueles tempos, Então sim, obrigado Alice, mas eu também gosto de Caça ao Turpente, vamos ao que eu preparei para hoje, começando com minha versão de “A Tarde Dourada” poema introdutório do livro, SIIIM ELA VAI NO BARCO!! (É claro que as charges do meu queridíssimo amigo Onztezzo Malta para aquela reportagem me serviram de inspiração)



                    Ela vai no meu Barco
                               (versão para “Tarde Dourada” de Lewis Carroll)

    
Ela vai no meu barco
No remanso da tarde
No ouro do céu
No rio e ao léu
Ela está à vontade

Ela vai no meu barco
E mais duas, são três
Elas pedem uma história
E sem raiva notória
Engolem “Era uma vez...”

Ela vai no meu Barco
A primeira é lembrada
A terceira fascina
Mas nem imagina
Que a segunda é amada

Ela vai no meu barco
Descanso e ignoro
Teço a ela meus sonhos
De elos medonhos
E encantos sonoros



Ela vai no meu barco
E controla meu tempo
Estica minh’ oras
Determina, a senhora
Qual é o momento

Ela vai no meu barco
Bordei o seu conto
O ouro decai
Com a tarde se vai
A ela está pronto

Ela foi no meu barco
A amei sem fim
Coloquei na sua prosa
A última rosa
Que entreguei de mim

Ela vai no meu barco
E controla meu tempo
Estica minh’ oras
Determina, a senhora
Qual é o momento

Ela vai no meu barco
Bordei o seu conto
O ouro decai
Com a tarde se vai
A ela está pronto

Ela foi no meu barco
A amei sem fim
Coloquei na sua prosa
A última rosa
Que entreguei de mim


 É 4 de JUUUULHOOOOO!!!! E eu levo essa data muito a sério, como infelizmente eu não estou comemorando um carrollsday lá em Minas Gerias ou em Oxford, estou aqui escrevendo para leitores imaginários, por que o importante é não deixar a data passar em branco, eu errei muito não publicando tudo o que eu queria e devia e foi por pura preguiça, mas agora eu prometo que não fico um mês sem publicar algo, ok? Continuemos com a programação, todo mundo sabe que Alice quer dizer alguma coisa, ou todo mundo sabe que todo mundo quer saber o que Alice quer dizer, para mim a grande moral escondida no livro (que apesar de aparentar ser uma história sem moral, ela tem uma moral sim) é: CONTROLE-SE! Essa, meus amiguinhos, é a grande moral, mas isso é o que eu penso, e se (ai Meu Deus, a doença do mundo do E SE) cada capítulo do livro quisesse nos dar uma lição, pois sim, vamos ver que sentido teria o primeiro de seus capítulos sob a ótica potencialistadesse mundo maniqueísta:

I

O bueiro
Vocês lembram daquela menina que se entediou naquela festa e foi embora sozinha a noite? Ah, que se dane! é noite e Alice , sim, Alicinha, Alice Max, esta voltando para casa sozinha, a rua é deserta, ou nem tanto, cheia de lobos-maus e pessoas más intencionadas, estamos no século 21, em uma cidade grande, ela precisa recorrer uma longa distância para chegar até seu ponto, ela não esta com medo, nunca esteve, mas uma coisa terrivelmente estúpida precisa acontecer para que ela olhe para baixo, como seu salto quebrar e ela ter que se abaixar para tirar o sapato, e ao olhar para baixo, vê no reflexo de uma poça dágua um coelho usando uma camisa polo vermelha, ele parece muito assustado, ela imediatamente olha para ele e o que mais chama sua atenção é o fato dele estar mexendo num celular muito nervoso
-Está sem área?- pergunta ela querendo iniciar um diálogo com o bicho que medonhamente está de pé como um humano e tem mãos em vez de patas
-Eu preciso cair fora daqui, eles estão atrás de mim!!
-Eles quem?- Alice sempre foi mais curiosa do que devia
-Eu não sei, essa gente tem ranço de vermelho, parece até um bando de touros
-A é, verdade, bem, se quiser ligar para alguém toma o meu celular- Alice também sempre foi muito prestativa e empresta o celular para o coelho que pega e sai correndo
-EEEEEIII VOLTA AQUI!!- e lá vai Alice atrás do coelho que corre tão rápido quanto um coelho até que a moça não vê e bate com a cara num poste, ela então começa a pensar um pouco o que havia acontecido.. Ela viu um coelho? Bem, até aí nada de mais, quer dizer, é incomum ver coelhos naquela região, ainda mais um coelho de camisa polo, peraí, o coelho estava vestido? Ela começou a pensar isso por que certamente nenhum policial acreditaria nessa história, ela fora roubada por um coelho... um coelho estava vestido.. quem vestiria um coelho? Ela já viu gente vestir gatos mas coelhos? e se fosse só isso.. O coelho falou com ela! Estava com um celular! E tinha mãos de gente!! Isso era um absurdo, ela viu o absurdo, um coelho a roubar, logo ela?! Alice Max, ué? Tinha usado drogas na festa? Não, ela recusou todas, não por que fosse uma boa garota, mas por que os livros eram o suficiente como alucinógenos, ela havia bebido? Não, não gostava do gosto do Álcool, que ela havia feito para ficar louca a ponto de ver um coelho vestido e falante? Será que era o sono? Quanto mais ela refletia sobre aquilo, mas ela ficava nervosa, por que ela não achou estranho na hora? Ela já estava escrevendo um livro com mil teorias que ela havia inventado para aquela situação quando viu o coelho novamente com seu celular descendo um bueiro e ela foi atrás e antes que sua consciência a alertasse de novo sobre o absurdo da situação ela disse pra si mesma

-Há absurdos inaceitáveis! Como ser roubada por um coelho!!- e ela caiu, e atravessou a terra.

Bem pessoal, é isso, sim, eu vou arrumar essa fonte já que não deu e não, não estou triste por não estar comendo pão de queijo DE NOVO, apesar de amar a iguaria, me apegar a uma ocasião como foi o carrollsday em MG como vcs podem ler como foi aqui, seria como sofrer toda vez que isso não se repetisse, igualzinho ao Carroll com sua amada "Tarde Dourada", emfim, espero que não tenham se ofendido com nada que eu escrevi hoje, e Feliz 4 De Julho!! 

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