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sexta-feira, 22 de julho de 2016

Courierser



Sério? Courier New? Sim, e se reclamar vai ser na grafia do Dodgson, oi galera, esse é o resultado de se ler muito J.J. Coelho no trabalho, (mas eu só leio isso?) não, também leio Julia Quinn e Kiera Cass, uma hora eu falo delas, o fato é que meu computador no serviço não tem internet e daí eu fico digitando essas pataquadas, hoje não teremos histórias negativas dos nossos velhos heróis mas de outas figurinhas que despontaram por lá para viverem suas próprias aventuras, ta certo que as referências são diretas, mas a sinopse veio antes de eu saber que alguém misturou mistério e Lewis Carroll num livro só e não estou falando de Frederic Brown (Night of The Jabberwocky), resgatei do baú um projeto  e misturei com outro, mas aqui está o resultado, é só a primeira parte, estou cogitando se revelo a vocês ou não alguns detalhes da segunda, mas o fato é que eu só quero compartilhar com vocês ou com ninguém (se ninguém estiver lendo esse blog, da um tchauzinho aí Nicole!) o enredo que saiu do papel hoje. O único personagem de minha autoria é o Jorge, a May é a irmã da America (que está fazendo coisas próprias de uma Cohen) e a Lacie vocês já conhecem, nossa amada Leicinha. Boa Leitura!







Parte I 

Como ressuscitar um maluco

 


No mundo mágico e relativamente pacato do nosso garoto Martin, o manuscrito só foi deslocado de lugar, mas no mundo real, o começo foi diferente, depois os universos se tornaram o mesmo, o manuscrito de Aventuras de Alice no Subterrâneo havia sido furtado da biblioteca britânica de uma maneira que não deixou nenhum rastro, a notícia fora acompanhada pelo noticiário

Cecília Malan direto de Londres, Jornal Hoje

“Um dos maiores tesouros da literatura britânica foi furtado da biblioteca nacional essa noite, o manuscrito original de Aventuras de Alice no Subterrâneo que deu origem mais tarde ao clássico Alice no País das Maravilhas de Lewis Carroll, foi levado do espaço reservado a obras raras da biblioteca e até agora não foi encontrado nenhuma pista sobre quem teria praticado o roubo, já estão analisando as câmeras de segurança, mas a Scotland Yard afirmou que o crime fora muito bem premeditado e executado de forma que até as câmeras estavam desviadas no momento do ocorrido, até agora nenhuma hipótese está descartada mas o clima é de perplexidade entre os ingleses, afinal, parece um roubo de cinema, o manuscrito tem um valor inestimável,  já que é parte da história da cultura britânica, ele foi escrito e ilustrado a próprio punho por Charles Lutwidge Dodgson, mais conhecido como Lewis Carroll, e dado de presente para Alice Liddell, anos mais tarde, ela vendeu esse livro para um colecionador americano, por milhões, e depois da segunda guerra, o manuscrito foi devolvido a Inglaterra pelo EUA.” Era uma nota rápida e eu não sei escrever textos jornalísticos ainda.


Jorge andava tranquilamente por Londres com a porra do manuscrito debaixo do braço, fora necessário muita gente para que o pequeno e singelo tesouro fosse roubado, mas toda essa gente era gente da Ordem, gente boa, amiga, depois ele ficaria alguns dias lendo isso lá perto do Martin sem que esse percebesse... Por que fora incluído logo a ele a missão de ressuscitar o velho? Uma mulher foi designada para o cargo mas achavam que ela não iria conseguir, daí a bonita voltou, mesmo os dois sendo bem cientes do que teriam que fazer não desistiram, ele estava passando na rua na hora e achou uma boa continuar com o plano, ele só precisava do manuscrito e isso não deu muuuito trabalho para eles, Jorge e Maria, a selecionada para a missão agora estavam em Oxford junto com uma recém chegada brasileira que conseguiram burlar o destino e estar em Oxford nos próximos tempos sombrios, ela confirmara presença no evento pitoresco. Não diremos o nome dela
-Agora que temos o manuscrito em mãos e toda Inglaterra chora a perca desse tesouro, o que temos de fazer?- pergunta Jorge
-Bem, o pessoal deu aquele sorrisinho cínico e disse que agora é por nossa conta e risco, como se eu estivesse muito segura para seguir daqui em diante enfrentando todas as armadilhas deixadas pelo faraó vitoriano
-Cammppel disse alguma coisa relacionada ao próximo eclipse doze sacrifícios
-Os Doze sacrifícios, a nerd aqui andou tomando nota do que especificamente seria isso, era uma tradição da família Dodgson, antiquérrima, depois do eclipse eles matam doze pessoas, mas na seqüência, cada sacrifício é realizado em meio a um ritual, e o corpo é deixado para ser descoberto, geralmente as pessoas escolhidas para o sacrifício eram pessoas que ofereciam riscos á família, ou, traidores
-Traidores...
-Coisas do tipo

Matt Raymond, um detetive conceituadíssimo da Scotland Yard é chamado para o caso do roubo do manuscrito e a primeira coisa que ele descobre é que o ato foi realizado por muitas pessoas.
 Voltando aos nossos heróis, tanto Jorge como Maria lêem o manuscrito, várias vezes, é o único casal da Christ Church que está no mesmo quarto, a porta bate
-Pode entrar- diz Maria, Lacie entra no quarto com uma bandeja com biscoitos e chocolate
-Como vão nossos aventureiros?
-Lacie, Lacie, sempre ela- diz Maria
-Uma dama de Ouros tem que zelar pela vida de sua majestade
-Por que nós?- pergunta Jorge
-Por que Maria na verdade se chama May Singer, o melhor, May Cohen
-Por que eu não posso ser a America?
-Sabia que é ela que guarda os diários do rei?- pergunta Lacie- Vão precisar dela quando forem atrás de algum diário “perigoso para Martin”, mas certamente não precisarão, as pistas são bem claras quanto a isso
-A com certeza... - dizia Jorge enquanto afundava o Coockie no chocolate


-Achei alguma coisa- se virou May e Jorge se juntou a ela na escrivanhia
-O que?
-Veja isso, na página em que estão as ilustrações do pai William, quando as observamos com raio ultravioleta, podemos ver que contem na tinta traços de rubi
-Rubi??
-Sim, rubi, na tinta em que foi escrita eu não me admiro de ter encontrado isso, porém, essa é a única página em que o rubi contorna todas as ilustrações
-E?
-E isso seria realmente complicado, afinal este manuscrito especificamente, tem muita coisa doida, tipo, magia, ele foi roubado lá em NY, mas ninguém se lembra disso graças a magia de esquecimento feito pelo glorioso Mestre André, eu só vim parar nessa doidura por que eu estava em Londres e comprei um bibelô numa feira de garagem, dentro dele havia um pergaminho- ela falava enquanto se levantava, ia ao armário e tirava ao documento
-Aqui está, no pergaminho há um monte de números e desenhos semelhantes ao manuscrito
-Sim, são os desenhos de teste de ilustração feito a próprio punho pelo Lewis Carroll
-Sério?Que coisa... Bem, então um dos desenhos é justamente o pai William, do poema, ele está em vermelho, veja o que acontece quando pegamos o pergaminho e
-Espere..
-Espere o que?
-Isso não é um pergaminho pergaminhos eram feitos de couro, esse parece ser uma espécie de tecido fino e... Que tipo de tecido é esse que existia no século dezenove?
-Não importa, é um tecido mágico, só acredito por que confio totalmente que há magia e que Lewis Carroll estava nela como estava na matemática, em fim, colocamos o desenho do pai William sobre a ilustração do manuscrito e
-Espere...
-O que foi agora?
-Aquele manuscrito do Martin era falso?
-Também foi feito pelo Lewis Carroll
-Quantos daquele ele fez?
-Uns 7, mas só o do Martin tem pistas e esse é o verdadeiro que ele deu para a Ali8ce, o este é para despistar traficantes de obras raras e gente que nem o Martin, agora esquece ele, veja o que acontece- May colocou o tecido sobre o desenho e este ficou vermelho, na barriga do personagem tinha algo escrito em latim
-O que está escrito? Você sabe Latim?
-Auau
-Sem graça, ainda bem que eu tenho um dicionário de latim aqui do lado

Estava escrito.

“No final do livro, use o tecido”

-Engenhoso Charles, Martin tem uma carta, nós temos um pano!- ironizou May
- essa pistas foram deixadas pelo próprio - eles foram até a última página e colocaram por cima o tecido, só conseguiram ler em latim

“Acenda a Luz”
-O que isso quer dizer?- perguntou Jorge?
-A luz, por debaixo, vamos tentar- eles acendem a luz por debaixo da folha do manuscrito e acham a pista desta vez em inglês mesmo

“Euclides foi proscrito em 42
Em todos acharão
No meu ar de ferro Olhem para o chão”

-E agora?
-Agora vamos pensar, Euclides... Ele escreveu muitas obras sobre Euclides
-Talvez a próxima pista esteja em alguma dessas obras
-Mas não estaria na obra original?
-Não sei
-De qualquer forma vamos dar uma olhada... Para a biblioteca

Na biblioteca, já se divertindo com a presença de Martin, ele nem desconfia, May e Jorge pega algumas obras de matemática do reverendo Charles Lutwidge Dodgson, lacie ajuda
-Precisamos das que ele escreveu sobre Eucliades- diz May
-Lacie, te pago uma comissão para trabalhar só para a gente- diz Jorge
-Para com isso meninos, eu não levo chocolate com biscoitos para o Martin... aqui está uma, “Euclides e seus rivais modernos”- May e Jorge pegam o livro e vão para uma mesa
-E agora? Vamos ter que ler todo esse livro de matemática?
-Claro que não, deve haver alguma pista nele
-Trouxe o pano?
-Não, sabia que Martin estaria aqui, não queremos que ele descubra que estamos em uma missão semelhante, ele vai achar que é a mesma, e se descobrir que não você sabe...
-Sei sim, bem... lá dizia proscrito em 42, procura aí na página 42
-Era um número muito especial para Carroll- May abriu na página 42 e achou um desenho geométrico, cheio de retas e curvas e números
-Ele quer que desvendemos isso!- disse Jorge animado
-Aff, como assim? Agora ele quer que saibamos matemática?- pergunta May
-May, ele era um professor de Matemática
-Mas quando ele diz... Em todos acharão?
-Hummm bem... Em todos acharão...- eles ficam pensando por um tempo..
-Talvez- diz May- ele estava se referindo ao fato de qualquer livro dele tivesse essa pista... tipo.. em todos os meus livros acharão?
-É uma boa
-É uma boa porcaria! Quer dizer que vamos mesmo ter aprender geometria!!
-Calma, calma, lembra do que o Cammppel falou sobre pistas, a próximas sempre completam as primeiras... vejamos... a próxima frase é?
-No ar meu ar de ferro, olhem para o chão.
-Meu deus, isso complica muito
-Na verdade facilita mais, olhe para o chão, quer dizer que a acharemos algo no piso de onde... de onde tiver esse ar de ferro... ?
-Então, inteligência, onde tem ar de ferro?
-Ar de fertro?- aí eles tiveram mais trabalho, levaram o livro consigo mais ficaram quebrando a cabeça tentando desvendar onde teria ar de ferro
-Talvez um lugar poluído!- disse May, eles foram ao lugar mais polido por metais de Oxford, mas não encontraram nada, voltaram frustrados
-Talvez um lugar cujo ar esteja contaminado por amianto?- foram ao lugar cujo ar estava entupido de amianto, quase morreram, mas não encontram nada
-Vamos tentar um lugar que tenha muito ferro- foram a ferroaria de Oxford, não encontraram nada
-Eu desisto! O eclipse é daqui a poucos dias e ainda não encontramos a próxima pista!- dizia Jorge emburrado entrando no quarto quando eles tiveram uma surpresa, as paredes, as cortinas e os móveis, tudo, tudo estava pintado de sangue a palavra “Smell”
-O que é Smell?- perguntou Jorge perplexo com aquilo
-Cheiro- disse May, ela caminhou até uma pintura que estava escorrendo, passou o dedo e levou ao nariz
-Isso é sangue mesmo?!
-Sim, tem... cheiro...


-LACIE!LACIE!LACIEEE!!!
-Xiiiiiiu crianças, vocês estão numa biblioteca, por favor!
-O nosso quarto apareceu cheio de sangue hoje
-As câmeras de segurança registraram aquilo lá sendo pintado sozinho, veja- e virou para eles a tela do computador que registravam cenas do sangue sendo pintado sozinho nas paredes
-Isso é um horror! Há câmeras de segurança no nosso quarto??!!- disse May indignada
-Só para registrarem eventos como esse- disse Lacie tranquilamente
-Aposto que no quarto do Martin não tem isso- diz Jorge
-Ce que pensa, tem até no banheiro
-A Propósito Lacie, qual é o lugar que você conhece que mais tem cheiro de ferro?
-A com certeza é o escritório que pertenceu ao Lewis Carroll, aquilo lá me deixa até enjoada
-MALDITOOO!!!- Gritou May na mesma entonação de EUREKA

-Agora é só olhar para o chão- diz Jorge
-Mas eu não vejo nada nesse tapete- diz May- vou usar meu tecido- e coloca o tecido sobre o tapete, lá eles lêem

“Tire o carpete, gênio!”

-Você é bem engraçadinho para uma pista, hein?- comenta Jorge, e ele ajuda May a tirar o tapete, no chão eles vêem o mesmo desenho que viram no livro, com a exceção de um detalhe 
-Essa linha não passa aqui- observa Jorge se ajoelhando
-Ótimo, você também sabe matemática- Jorge passa o dedo na linha e algo estala, eles pulam de cima do desenho e o chão se abre e levanta dele um mini púlpito com uma Caixinha de vidro em cima, que se abre, guarda uma aliança, May imediatamente a pega.
-Que lindo
-É um anel mágico, tipo, senhor dos anéis?
-Não seja besta... tem algo escrito lá dentro- May lê

“Um anel perfeito para o casamento perfeito”

-Essa é a próxima pista,
-Vamos voltar, antes que alguém entre aqui, tipo... O Martin.. ou a Nicole querendo pagar alguma dívida
-É... Vamos para o quarto.


No quarto, May analisa o pano, e em uma parte dele tem um anel desenhado, dentro do anel tem a palavra “sister”, irmã em inglês, ela coloca o desenho sobre a ilustração de Alice e sua irmã no início do manuscrito, mas não revela nada, coloca a luz por baixo e nada
-Tenta colocar o anel no desenho dele- Jorge da a dica e May obedece, ela coloca o anel por cima do tecido e dentro do anel aparece uma mensagem tão pequena que eles pegam a lupa para ler

“O casamento door
Consumido door
na door

door door

da sua casa
 da sua irmã”



-MALDITOO!!!- Gritou May

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Over The Garden Wall (O Segredo Além do Jardim)

(essa cara do Wirt me representa em muitos momentos da minha vida)


Eu já havia ouvido falar desse desenho no Pipocando, que é um canal sobre TV e cinema que eu curto muito, de primeira eu já me apaixonei pelo aspecto meio vitoriano-sombrio que aliás eu também curto muito, o fato é que na hora eu não procurei a respeito, o que é um erro meu não procurar as coisas no exato momento em que a vejo sobre, mas não importa, eu só voltaria a  ter um pouco de curiosidade vendo um post sobre o Bob Esponja e ao lembrar que existia um lindo desenho que de alguma maneira havia me chamado atenção, eu fui atrás de saber mais a respeito e me apaixonei mais ainda, pelo traço, pelo aspecto já citado e confesso que a história do piloto me era um pouquinhozinho mais interessante que a história original, em fim, Over The Garden Wall ou O Segredo Além do Jardim, criado por McHale e exibido no Cartoon Network ano passado, eu até lembro quando eu estava na casa do meu tio que tem TV a cabo, assistindo a Cartoon em julho do ano passado preste a ingressar numa jornada quando eu vejo as chamadas dessa série, mas pelo visual daquelas chamadinhas que aparece no cantinho da tela eu pensei que o negócio era mais contos de fadas do que qualquer outro estilo que pudesse ter, como eu não estaria nas próximas semanas na casa do meu tio para ver, nem dei tanta atenção, mas se o aspecto de contos de fadas não é a toa, o criador do desenho disse que se inspirou em Contos de Fadas do século XIX e música Americana do início do século XX, a mistura não poderia ter ficado melhor...


Mas vamos ao enredo, sendo uma minissérie de 10 episódios com mais ou menos 11 minutos cada, a história é bem simples, Wirt e Greg são irmãos e estão perdidos no Desconhecido, que uma floreta bem sinistra, e lá eles encontram Beatriz, uma passarinha azul que vai levá-los a Adelaide a “Boa dama do pasto” que os ajudará a voltar para casa, mas nessa viagem eles vão encontrar de um tudo, de um tudo de coisas sinistras, como o Senhor da Mata, um velho lenhador que os alertará sobre A Fera, um ser maligno que transforma os viajantes perdidos do Desconhecido em árvores, doido né? Essas e muitas outras aventuras são protagonizadas pela dupla de irmãos que, eu particularmente achei bem fofinha, sério, não consigo escolher só um para gostar mais, Wirt é o irmãos mais velho, um adolescente de 14 anos que gosta de clarinete e recitar poesias, é meio melancólico e pessimista, Greg é o irmãozinho mais novo, “uma criancinha adorável” é pouco para descrevê-lo, com toda a sua inocência e astúcia infantil consegue dar a série o toque de luz que contrasta com um ambiente tão Dark do Desconhecido, e tem a Beatriz, a passarinha azul falante que pensa e age como uma irmãs mais velha do que os dois, Greg ainda tem um  sapo de estimação que ao longo da série tem todos os nomes possíveis, bem, esses são os personagens, o clima de viagem e encontro com criaturas bizarras inevitavelmente me lembrou Alicinha (Alice no País das Maravilhas) mas inventaram (ou será que não?) outras teorias para o desenho, como Wirt e Greg estarem perdidos no limbo,  ou que é uma representação da viagem de Dante (A Divina Comédia) o que faz mais sentido já que tem Fera, Beatriz e etc, Mas a parte das teorias eu deixo para vocês ó queridos leitores 


Ah e também tem as musiquinhas, que são maravilhosas, mas se você não gosta de musicais é só pular as cenas, execto as “Canções do Lampião Sombrio) o resto não faz muita diferença na trama, mas vai perder a chance de ficar com uma musiquinha chiclete na cabeça como Batatas e Melado, e claro, a abertura e as cenas finais (que é tipo um flashback) que tem o sapo do Greg cantando e tocando piano, são muito interessantes para a compreensão total da trama, eu assisti esse clipe antes do desenho e não entendi foi pataquada nenhuma   mas depois de toda a minissérie fez mais sentido,
Em fim, deixo para vocês a dica e  aqui vocês podem todos os episódios da série, e para quem não sabe qual a história do episódio piloto que eu gostei, aí vai ele.


segunda-feira, 4 de julho de 2016

#goldenafternonday

MEU DEUS! O Sujeito não se inguenta pra matar um do coração, eu sei que parece ingratidão da minha parte mas geeente, dai-me o direito da invisibilidade a sua INTOLERÂNCIA a (eu ia falar a Lactose mas estou me referindo a outro) pois bem, passando das considerações particulares vamos para o que interessa, alguém sabe que dia é hoje? Por acaso seria o #CharlesIDay1Year? (que porra é essa?) Ou seria a independência Americana? Tambéééém, mas principalmente um dia que eu não me perdoaria se deixasse passar em branco depois do 25 de abril e do 4 de maio, e também do Radarsday HOJE É 4 DE JUUUULHOOO!! Dia da famosa Tarde Dourada e vou explicar melhor

O dia era 4, o mês era Julho, o ano, 1862, criava-se uma história “Sem pé nem cabeça” de uma menininha chamada Alice que seguia um coelho branco e ia parar num mundo muito doido com pessoas doidas, você conhece essa história, todos conhecem Alice no País das Maravilhas do autor Inglês Lewis Carroll e quem não conhece (em que mundo você vive?)Bem, vale a pena conhecer, foi num 4 de julho como hoje que a história surgiu durante um passeio de barco, Charles Lutwidge Dodgson (Lewis Carroll era um pseudônimo) era professor de matemática em Oxford e ele sempre levava  as filhas de seu patrão para dar um  passeio de barco e foi numa ocasião como essa que as meninas (dentre elas, uma chamada Alice) pediram que para ele contasse uma história, ele contou, e Alice depois, pediu para que ele registrasse, ele registrou e cá temos nós hoje esse belíssimo livro, como Carroll sempre contava histórias para as meninas mas apenas essa ele escreveu, eu fico imaginando que outros contos absurdos teria ele inventado naqueles tempos, Então sim, obrigado Alice, mas eu também gosto de Caça ao Turpente, vamos ao que eu preparei para hoje, começando com minha versão de “A Tarde Dourada” poema introdutório do livro, SIIIM ELA VAI NO BARCO!! (É claro que as charges do meu queridíssimo amigo Onztezzo Malta para aquela reportagem me serviram de inspiração)



                    Ela vai no meu Barco
                               (versão para “Tarde Dourada” de Lewis Carroll)

    
Ela vai no meu barco
No remanso da tarde
No ouro do céu
No rio e ao léu
Ela está à vontade

Ela vai no meu barco
E mais duas, são três
Elas pedem uma história
E sem raiva notória
Engolem “Era uma vez...”

Ela vai no meu Barco
A primeira é lembrada
A terceira fascina
Mas nem imagina
Que a segunda é amada

Ela vai no meu barco
Descanso e ignoro
Teço a ela meus sonhos
De elos medonhos
E encantos sonoros



Ela vai no meu barco
E controla meu tempo
Estica minh’ oras
Determina, a senhora
Qual é o momento

Ela vai no meu barco
Bordei o seu conto
O ouro decai
Com a tarde se vai
A ela está pronto

Ela foi no meu barco
A amei sem fim
Coloquei na sua prosa
A última rosa
Que entreguei de mim

Ela vai no meu barco
E controla meu tempo
Estica minh’ oras
Determina, a senhora
Qual é o momento

Ela vai no meu barco
Bordei o seu conto
O ouro decai
Com a tarde se vai
A ela está pronto

Ela foi no meu barco
A amei sem fim
Coloquei na sua prosa
A última rosa
Que entreguei de mim


 É 4 de JUUUULHOOOOO!!!! E eu levo essa data muito a sério, como infelizmente eu não estou comemorando um carrollsday lá em Minas Gerias ou em Oxford, estou aqui escrevendo para leitores imaginários, por que o importante é não deixar a data passar em branco, eu errei muito não publicando tudo o que eu queria e devia e foi por pura preguiça, mas agora eu prometo que não fico um mês sem publicar algo, ok? Continuemos com a programação, todo mundo sabe que Alice quer dizer alguma coisa, ou todo mundo sabe que todo mundo quer saber o que Alice quer dizer, para mim a grande moral escondida no livro (que apesar de aparentar ser uma história sem moral, ela tem uma moral sim) é: CONTROLE-SE! Essa, meus amiguinhos, é a grande moral, mas isso é o que eu penso, e se (ai Meu Deus, a doença do mundo do E SE) cada capítulo do livro quisesse nos dar uma lição, pois sim, vamos ver que sentido teria o primeiro de seus capítulos sob a ótica potencialistadesse mundo maniqueísta:

I

O bueiro
Vocês lembram daquela menina que se entediou naquela festa e foi embora sozinha a noite? Ah, que se dane! é noite e Alice , sim, Alicinha, Alice Max, esta voltando para casa sozinha, a rua é deserta, ou nem tanto, cheia de lobos-maus e pessoas más intencionadas, estamos no século 21, em uma cidade grande, ela precisa recorrer uma longa distância para chegar até seu ponto, ela não esta com medo, nunca esteve, mas uma coisa terrivelmente estúpida precisa acontecer para que ela olhe para baixo, como seu salto quebrar e ela ter que se abaixar para tirar o sapato, e ao olhar para baixo, vê no reflexo de uma poça dágua um coelho usando uma camisa polo vermelha, ele parece muito assustado, ela imediatamente olha para ele e o que mais chama sua atenção é o fato dele estar mexendo num celular muito nervoso
-Está sem área?- pergunta ela querendo iniciar um diálogo com o bicho que medonhamente está de pé como um humano e tem mãos em vez de patas
-Eu preciso cair fora daqui, eles estão atrás de mim!!
-Eles quem?- Alice sempre foi mais curiosa do que devia
-Eu não sei, essa gente tem ranço de vermelho, parece até um bando de touros
-A é, verdade, bem, se quiser ligar para alguém toma o meu celular- Alice também sempre foi muito prestativa e empresta o celular para o coelho que pega e sai correndo
-EEEEEIII VOLTA AQUI!!- e lá vai Alice atrás do coelho que corre tão rápido quanto um coelho até que a moça não vê e bate com a cara num poste, ela então começa a pensar um pouco o que havia acontecido.. Ela viu um coelho? Bem, até aí nada de mais, quer dizer, é incomum ver coelhos naquela região, ainda mais um coelho de camisa polo, peraí, o coelho estava vestido? Ela começou a pensar isso por que certamente nenhum policial acreditaria nessa história, ela fora roubada por um coelho... um coelho estava vestido.. quem vestiria um coelho? Ela já viu gente vestir gatos mas coelhos? e se fosse só isso.. O coelho falou com ela! Estava com um celular! E tinha mãos de gente!! Isso era um absurdo, ela viu o absurdo, um coelho a roubar, logo ela?! Alice Max, ué? Tinha usado drogas na festa? Não, ela recusou todas, não por que fosse uma boa garota, mas por que os livros eram o suficiente como alucinógenos, ela havia bebido? Não, não gostava do gosto do Álcool, que ela havia feito para ficar louca a ponto de ver um coelho vestido e falante? Será que era o sono? Quanto mais ela refletia sobre aquilo, mas ela ficava nervosa, por que ela não achou estranho na hora? Ela já estava escrevendo um livro com mil teorias que ela havia inventado para aquela situação quando viu o coelho novamente com seu celular descendo um bueiro e ela foi atrás e antes que sua consciência a alertasse de novo sobre o absurdo da situação ela disse pra si mesma

-Há absurdos inaceitáveis! Como ser roubada por um coelho!!- e ela caiu, e atravessou a terra.

Bem pessoal, é isso, sim, eu vou arrumar essa fonte já que não deu e não, não estou triste por não estar comendo pão de queijo DE NOVO, apesar de amar a iguaria, me apegar a uma ocasião como foi o carrollsday em MG como vcs podem ler como foi aqui, seria como sofrer toda vez que isso não se repetisse, igualzinho ao Carroll com sua amada "Tarde Dourada", emfim, espero que não tenham se ofendido com nada que eu escrevi hoje, e Feliz 4 De Julho!! 

domingo, 19 de junho de 2016

CONTOS FANFICTIONADOS


INTRODUÇÃO OU COMO COMEÇARAM A CONTAR



Tudo começou numa segunda friiia, a diferença era que não estava sol,, estava nublado e tudo estava meio escuro, fumaça no céu.. ñ...=> Ele ninava o rebento no colo, este com 10 meses, Melody, a di]o meio 1 ano e 9 meses, Lizandra, a mais velha, 10 anos, brincava com a irmãzinha, Albert, um rapazote nos seus 15 anos, olhava tudo de fora querendo entender por que não tinha família
-Entre garoto!- gritou seu pai do lado de dentro com Christopher no colo, aquela historia esfriara e ficara horrorosa de longe mas de perto era fofa até demais, mas não era a do Albert, ele entrara e Caryl, o sobrevivente em seus 31 tomava chá na sala.. Agora todos os filhos estavam ali
-Um casamento! Que maravilha!- dizia Lizandra ao ver a revista- A que beleza...
-Não sei se teremos um doto decente para a senhorita- observou seu pai
-Ah..papai- disse a menina com desanimo
-Vamos ter que pedir ao teu avô, para variar.
-Deveria ser o dinheiro que o senhor ganhou com a venda dos livros
-Seria, mas os tempos estão duros, querida.. Olha o tanto de gente ao seu redor
-Espero que não esteje me contabilizando como sua responsabilidade- disse Caryl
-Ta, mas é que eu te adotei- a porta bate, ele deixa o pequeno Christopher com as irmãs e vai atender, é Adriana... ta, é a primeira vez que eles se veem, primeiro ela fica espantada, depois, depois feliz e depois feliz e espantada, ele treme de medo, depois de mais medo e depois de surpresa, ela diz seu nome amaravilhada e estende a mão, ele esta com a cara mais branca que a do Sweed Todd e com os cabelos igualmente espantados
-é uma honra conhece-lo- antes que ela continue a falar Lizandra da às caras
-Quem é essa daí papai?- Adriana se vira com a pergunta evidente em seus olhos-Entre, entre, não quer uma xicara de chá?
-Não obrigada, diz ela estranhado e ficando ainda mais surpresa, ele, ereto atrás dela, fala polidamente
-Senhora.. – e diz o nome de seu marido- por favor, a pessoa que lhe passou meu endereço.
-Ah sim..Jake..Jake Adams – ela sorriu- conhece o meu marido?
-Só de ouvir falar, ele não pode vir?
-Não, na verdade ele não sabe que eu estou aqui.
-Seria bom ele saber, não quero problemas por aqui.
-Não se preocupe, não terá problemas- ela ainda olhava para a as crianças com curiosidade
-Esses são meus... meus filhos.. é uma longa história é .. Caryl- o chamado se levantou do sofá o] e o cumprimentou como um cavalheiro em seguida Albert fez a mesma coisa
-Este é Albert- Lizandra fez uma mesura
-Lizandra..e Aqueles ali são Melody e Christopher e Caryl não é meu filho, é meu enteado
-Ah...
-Eles sabem, digo, eles sabem, era o que mesmo?
-Era.. Era sobre isso- ela tirou do bolso do, sobretudo e entregou a ele o manuscrito com a página rasgada- Martin rasgou por conta daquela busca.
-Ele... Martin? Martin Roque?
-Ele mesmo... esta tão absolvido na tal busca, Gardner me pediu para que guardasse antes que destruísse o resto, mas acho que ficara melhor guardado com o senhor- ele recebeu o manuscrito com evidente pena
Ah... tem coisas meio inconvenientes nessas buscas
-Eu tbm acho
-Mas ele deve prosseguir, temos sempre que terminar o que iniciamos.
-A claro, mas agora sem danificar obra alguma!
-Ah claro! Muito obrigado senhora
-Pode me chamar de Adriana
-não me peça para abandonar minhas formalidades
-Desculpe-me- ele sorriu
-Não tem problema, é que eu ainda não me acostumei, não quer mesmo uma xicara ade chá bem quentinho? está tão frio lá fora
-Bem, já que estou aqui, por que não?
-Sente se aí..Caryl, dê licença,! Eu vou preparar senhora, me aguarde- ela sentou-se ao lado de Carylcuriosa por ser o quem era.
-Crayl não?- puxou converso
-É ,esse sou eu – disse elo esme virar o rosto
-Você é tia da Alice?- pulou Lizandrinha em seu colo como um cãozinho
-Lizandra!- disse firme Caryl
-Achas que manda só por que é o mais velho? Mas eu sou mais velha que você!
-Diga a todos e perderá seu posto de princesa e ganhará o de troco da maldade
-Não briguem, por favor!
-Até por que de todos , eu sou o mais velho- disse Albert
-é mais é bastardo- retrucou Lizandra
-Christopher também é e ninguém joga isso na cara dele
-Sim, quando crescer mais..
=Quando ele cre4secr ficará louco com a família que tem- dizCaryl e Adriana ri tentando amenizar o clima
-Você foi adotado a pouco tempo Caryl?
-Por Charles sim
-Eu também, na verdade agora a pouco – conta Albert
Mas todos tem certeza de que você é filho dele
-Vamos para com essa discussão!- Charles apareceu na porta da sala balançando o bule de chá entregou uma xícara a Adriana e derramou o líquido
-é assim que sirvo chá, espero que não se importe.
-Ah..claro que não
-O teu marido não vai ficar ´preocupado se você não voltar cedo
-Eu posso avisa-lo daqui... hgum, muito bom esse chá... cofcof... forte é do que?
-Cannabis
-Ah Cannabis- ela ficou sem graça- Maconha é ilegal no nosso País
-Que absurdo não? Eu fumo maconha diariamente..isso tem reduzido os meus ataques
-Bom saber..
-Vamos aos contos... Caryl, por favor... o que você estava terminando
-Mas é que ainda não aconteceu
-Por isso mesmo
-Ta olhem..



I CONTO Por que na sala? SobreLaici( Atenção, para melhor compreensão dos textos a seguir leiam os livros Em Busca do País das Maravilhas aqui e Em busca do outro lado do espelho aqui)

e lembrando que estes contos são fanfics, ou seja, não tem absolutamente nenhum compromisso de fidelidade com os textos originais

Ela se certificava de que não havia nada de errado lá, não dava para ver as manchas de sangue no chão, nem nas paredes, nem na poltrona, gente, como havia manchas de sangue por ali! elaestava raspando uma mancha seca na mesa quando
-Toctoc- ela se arrepiou toda, mas manteve a calma e voz doce
-Pode entrar- disse guardando a espátula rapidamente na blusa e espanando o pó com a mão.. Era Martin, menos mau, o garoto não era tão desconfiado quanto aquela tal de Ad..
‑Caryl- Chamou a atenção- Ela não era tão desconfiada, se fosse estaria desconfiando agora.
-Ta..continuando, bem... ela nem é tão desconfiada
-Oh Martin, que bom te ver, o que faz por aqui?- enquanto o garoto observava o ambiente em silêncio, ela foi sutilmente escondendo todas aspistas que denunciariam ali uma passagem secreta para o granEspelho e claro, as malditas manchas de sangue, sempre atrás dele para que ele não descobrisse nada
-O que você faz na antiga sala de trabalho de Lewis Carroll?
-Desculpe- interrompeu Adriana- Por que na Tua sala tem essas coisas?
-Caryl!- disse com Charles com cara de “Eu te avisei”
-é...- aí o marido dela chegou na hora, desviou-se a pergunta, ele sentou-se para ouvir e Caryl continuou
Lacie fez a feliz por contar a novidade, estava apenas disfarçando o nervosismo.
-Essa será a minha nova sala, não é radical?- disse a última frase com a certeza de que e4satav sendo jovial e teve a leve impressão de ver Martin revirando os olhos de tédio, ora, não era problema dela se ele não a achava bacana
-Essa sala sempre foi do senhor Garndet, por direito claro, no entanto agora, parece que vou dividir o espaço com ele- disse afim de já dividir a responsabilidade.
-Bem isso é ótimo Lacie
-Agora é sua vez, o que faz por aqui?- disse querendo mesmo saber, por pouco e ele não pega a Nicole..
-Eu vinha procurando justamente a sala do Lewis, eu ainda não havia conhecido, pesquisei e descobri que aqui foi lar de muitas pessoasimportantes.
-Exato, Albert Einstein, CS Lewis, todos eles, incluindo o próprio Lewis Carroll costumavam até escrever suas obras nessa sala- ela não ia contar queuma vez o CS Lewis e o Lewis Carroll caíram no pau por causa de uma discussão religiosa e Albert Einstein tinha enjoos com o cheiro que ele julgava ser de ferro.
-Eu estava analisando um dos diários desaparecidos dele, tem algumas passagens de Charles que ocorreram nessa sal, por isso fiquei curioso- Lacie gelou, empalideceu, seus batimentos cardíacos zeraram, ela ouvira bem que ele ficara CURIOSO e não furioso, mas o garoto podia ser tão bom em fingir quanto ela, instintivamente ela segurou a  adaga que estava presa em suas costas pisou em cima de uma manchinha no tapete, mas se controlou e preguntou como uma carrolliana exaltada.
-Que tipo de coisas ele fazia aqui?- dependendo da resposta e da reação dele, Lacie estava autorizada e eliminá-lo
-Sessões ocultistas- Lacierespirou aliviada e sua expressão baixou da excitação de um primeiro assassinato para uma preocupação, afinal, ela sabia bem como poderiam ser essas sessões- com as meninas, as irmãs Liddell- ela estudava as expressões de Martin, sempre tomando cuidado para ele não perceber que naõ era só ele que fazia aquilo com ela, rlr não demonstrava raiva, decepção mas aparentava estar bem sereno e indiferente
-O que?- Lacie murmurou- Já tinha ouvido falar quie ele fazia coisas assim mas não que envolvesse crianças- tentou afastar a imagem de Carroll e crianças naquela sala
Estranho não é? Toda essa obsessão delepor crianças dele até mesmo em suas crenças. Pelo o que entendi eles estavam tentando ver o futuro usando o espelho- Lacie resistiu ao impulso de dizer “sabe de nada inocente”, mas continuou séria, ele apontou para um espelho atrás dela, ela se virou..aquele espelho tinha uma certa carga de magia mas não era o gramEspelho ela deixou ele examiná-lo melhor
-Isso é..Perturbador- Lacie brincou com as palavras e deu uma risada nervosa- tudo acontecia aqui- disse ela se arriscando, mas Martin ouviu aquilo como uma pergunta, nãocomo uma afirmação, Lacie sabia muito bem que tipo de coisa acontecia ali..o mais importante era saber se ele sabia e mais importante ainda era saber o que ele achava
-Sim..tinha até escrituras por debaixo desse carpete enorme- pelo que dava a entender seus conhecimentos ainda se limitavam naquele campo, e ele não parecia querer desistir da causa ou se voltar contra ela, mas estava ficando cada vez mais intrigado, interessado e envolvido, ela então fitou o restinho da maldita mancha de sangue seco na mesa e caminhou em direção a ela antes que Martin a percebesse e segurava uma risada nervosa por que era o que estava.. nervosa
-Isso é realmente insano- agora ela foi sincera, enquanto arrumava os livros na bolsa- tudo sobre Charles e esse lugar é tão...- ela escolheu a melhor palavra para o contexto- misterioso- Era para Martin, não para ela, o mistério era saber se Martin tinha estomago para aquilo- Tenho certeza de que os carrollianos iriam adorar saber sobre isso e você é tão... Dedicado a procurar sobre essas coisas, Você deverias ser o cara a, você sabe, solucionar aparada- e ela riu, mas desta vez riu de Martin e não de sua expressão tosca, ria de Martin e de sua inocência, ele ainda não fazia ideia de muitas coisas e algumas ela apostava que ele nem desconfiava, mas estava em um aminho que talvez o revelasse, talvez, Martin o olhava pensando saber mais que ela
-Isto não está funcionando, não é?-
-Nem um pouco- Martin riu
-Desculpe- ela se desculpou por ter rido dele mas sabia que ele não sabia disso, ela esatav indo quando ele a chamou
-Ei
-Sim
-Eu e alguns dos meus amigos, tipo a Nicole, o Lucas..Nos temos um,, Grupo, nos sempre falamos sobre Alice e compartilhamos nossas teorias um com outros , Eu sei que quer entrar para os carrollianos mas se mudar de ideia... Estou aqui
-Obrigada pelo convite Martin- e sumiu atrás da porta antes que ele visse seu sorriso debochado
“Se ele ao menos fizesse ideia do que já vivi por Carroll”.
-Agora é minha vez!- disse Lizandra- vamos a história do dote da Lizandra
-Não filinha, agora é a vez do papai- e Lizandra se sentou irritada
~~~~~~~ forjando a morte do Jake~~~~~~~~
Como Jake conseguira fugir do carro pela janela isso não era questionado, mas muitas coisas eram explicáveis, primeiro, toda Scotland Yard estavam nas mãos do dono do que se conhece na Inglaterra por Wonderland Inc. e segundo, tudo fazia parte de um plano, para que Jake conseguisse entrar, ele precisava sair de outro jogo, no caso, o da busca, no qual cumprira sua missão muito bem, mas fora levado até o alto de um prédio por um desconhecido encapuzado ele olhou para o lado e viu o carro de Lacie, já acreditando que iria ser eliminado de verdade resmunga
-Não, por favor, eu fiz certinho o que me pediram, atuei tão bem, não me matam, eu não posso dizer nada e nem se pudesse iria dizer mas vocês tambémnão podem me recusar, vocêstêm o Gustav
-Você está pronto para ser eliminado!- disse o estranho, Jake se arrepiou todo, principalmente por que se sobrevivesse sabia que Lacie o esganaria se amasse a lataria do seu carro, ela amava muito aquele carro, mas um corpo foi lançado no lugar dele, era o corpo dele, mas pelo incrível que pareça não era o corpo dele
-Waht?
-Ah bom, deu certo, só te trouxe aqui por que essa magia só daria certo com a pessoa presente- ele tirou o capuz e era.
-Thompson? Desde quando você sabe fazer magia?
-Sendo braço direito de que eu sou tenho que aprender algumas coisinhas, bem, você está morto, passe amanhã na sede para resolvermos As questões burocráticas, venha!- chamou ele e o puxou para longe dali antes que Martin os visse
-Agora eu serei membro da wordeland!- disse Jake orgulhoso- Lucas vai me matar de verdade quando descobrir tudo
-Mas ele não poderá saber de nada por enquanto
-Sofrerá tanto, tadinho..
-Ele terá sua vez- logo depois disso uma Tal de Celeste salva Jake mais uma vez mas essa é uma outra história para um outra ocasião
-Ta... Legal... mas como assim?
-Senhor Beto.. Queria nos dar licença

No baile de inverno

Tudo estava mais invernal que o baile do Harry Potter em o cálice de fogo, na verdade ele também estava lá emais decorado que o festão “bacbac” 25 de abril, mas antes que Martin e Lucas chegasse, tudo foi modificado para que parecesse tosco e brega
-Vamos lá Lacie- disse Taylor
-Mas eu adoro esse vestido!- ela estava vestida de Elsa, com trança e tudo
-Chegou a hora de você entrar na personagem- por magia ela vestiu um vestido horroroso de hienas e flocos de neve, logo depois chegaram os meninos e ela começos a bancar a tia deslumbrada
-Olá meninos
-Olá Lacie! Você também irá dançar?- Martin perguntou querendo ser gentil, mas Lacie se entristeceu por um momento, ela queria poder dançar com seu namorado que muito provavelmente agora deveria estar na África.
-Não não, funcionário aqui não tem direito a nada, só ajudei na decoração, o que acham?
-Muito Boa- sorriu Lucas, os três sabiam que aquela decoração estava mais cafona que suéter de crochê e Laciequis até rir, a decoração em que ela ajudou era aquela que ele mãos podia ver, mas mesmo assim ela fez a empolgada
-Ah, obrigada, bom, divirtam-se- assim que eles entraram ela deu um suspiro de cansaço e apareceu o Snape
-Bela atuação, se continuar assim vai ganhar um Oscar!
-Você não morrido?
-Não nesse filme
-Você me entendeu
-Está me perguntando se eu não morri em 27 de janeiro?
-Ta... deixa para lá


por Sabrina

A festa estava linda antes de Martin e Lucas aparecerem, não que a culpa fosse deles mas muita magia ao mesmo tempo iria confundir Martin, mas havíamos começado uma hora mais cedo para podermos aproveitar mais, eu dançava uma valsa vienense com Jake por aquele salão lindérrimo,  eu esbarrei na Herminone e aproveitei para pedir pra ela um autógrafo na minha vassoura, ela foi um amor de bruxa
-Ela demais, naõ é?- comentei com Jake
-Você também é
-Ora, não puxe meu saco, sei que atualmente só tem olhos para aquele infeliz.
-Não o chame assim, você sabe que eu o amo- Jake e eu erámos amigos de longa data, tínhamos sido meio que recrutados para aquela missão, a missão também era achar o terceiro volume, também, haviam outras coisas envolvidas, a nossa era particular, Jakequeria entrar para a Wonderland e eu..bem, eu era uma mercenária e estava cogitando sobre aceitar o pedido de ingressar oficialmente na Ordem da Pedra Branca, mas minha alma ainda era  mais mercenária do que querer me manter a qualquer instituição, no memento eu havia recusado a me unir a Torchwood por conta de um relacionamento que eu mantinha com um  húngaro da Agecoma que eles perseguiam, mas como o relacionamento era a distância vocês já sabem, né? Esfriou..mas eu não me arrependia de ter recusado a Torchwood, mas meu coração estava pesaroso, isso por que quando eu imaginava ter uma possível chance com Jake, depois de longos anos na friendzone, ele arruma uma paquera, logo aquele insuportável e debochado do Lucas, que raiva!
-Nunca vou descobrir o que você viu nesse garoto
-Nunca vou entender esse teu ciúme, você como a minha amiga deveria torcer pela minha felicidade.
-E você já deveria ter descoberto que...
-Lá vêm eles, disfarça- com gesto de mão chamei a Nicole, que andava sozinha perto da janela, eu como bruxa, sabia o que ela estava passando, mas a inocente achava que estava escondendo seu caso de todos, eu não iria me meter na vida dela oferecendo ajuda primeiro por que era uma dívida que só ela poderia pagar (embora eu adorasse pagar como ela iria ter que pagar) e depois por que ela havia me chamado de Salem natureba, além do que aquilo não era da minha conta e eu já estava com problemas demais, logo Lucas e Martin chegaram
-Olá Jake- Martin sorriu e Jake percebeu que ele esatav querendo atingi-lo, devolveu o cumprimento no mesmo tom.
-OlaMartin.- houve um silêncio meio constrangedor até ser quebrado por Martin
-Bem Nicole- a pegou pelo braço- vamos nos preparar para a dança?- e ele a puxou pelo o outro lado da pista, ficamosJake, eu e...
-Lucas?- chamou Jake carinhosamente
-Sim- respondeu ele despreocupado
-Quer dançar?- Jake e eu rimos da cara de confusão do garoto
-Achei que estivesse se divertindo com a Sabrina- disse ele tentando parecer enciumado
-Ora, você sabe que eu só me divirto com você- Lucas ficou vermelho e ri mais ainda daquela situação, era rir para naõ chorar, a fala de Jake me machucou um pouco, mas eu sabia ao que ele estava se referindo e nos divertíamos muito juntos de outras formas, Lucas tentou disfarçar e disse.
-Eu sei o que você fez ontem à noite
-Eu também sei, estamos quites- dessa vez nos três rimos, sabíamos exatamente o que tinha acontecido na noite anterior, à única sem ser Martin que ficou realmente mexida mas por outras razões tinha sido Nicole., nos viramos e vimos Gardnet, Louis e Hector interceptando Martin
-Ih, olha lá- apontou Jake
-O que eles querem?
-Um monte de coisas- de repente Hector tirou Nicole para dançar
-Tipo tirar Nicole para dançar?!- perguntei surpresa
-É tipo isso- Martin veio em nossa direção
-O que eles queriam Martin?- perguntou Lucas dando uma de inocente, ele sabia tanto quanto Jake mas tinha que insistir no papel do amigo abobalhado, o problema era que muito daquele jeito irreverente e que tanto me irritava era dele mesmo
-Eu não sei, o sr Hector pediu para dançar com Nicole-  Hector falava algumas coisas no ouvido de Nicole, devia estar cobrando a, ou não, pelo o que eu sabia de Hector, se ele soubesse da dívida de Nicole iria arrancar o preço dela ali e agora e com certeza a ruiva se daria muito mau, não era pra menos que         Hector iria ser eliminado naquela noite
*
Martin nos chamou para ir até Nicole quando a música parou, quando a ruiva olhou para a gente, ficou mais pálida do que possível
-O que foi que ele disse?- perguntou Martin, ela rapidamente olhou para a mim e Jake e deve ter ficado preocupada
-Nada, só um tanto de bobagens. Ele tinha cheiro de bebida- Lucas, Jake e eu ficamos aliviados, esperávamos que ela não dissesse nada
-Jake, por que você e a Salem não dançam a próxima música?- Nicole insinuou, deu vontade de responder “por que já dançamos” ou “por que ele quer dançar é com o Lucas, não comigo” mas como eu sabia que aquilo fazia parte do jogo de tirar Jake dali, fui conivente
-é mesmo, eu quero muito- e sai puxando o braço dele que suspirou um ok, olhando desanimado para o Lucas.


COMO SABRINA FOI CHAMADA
-detalhe..nome completo, verdadeiro
-Sabrina WisthlesStradivariusShaizzy
-Ocupação
-Bruxa mercenária profissional
-Situação atual
-Recebeu proposta para trabalhar na Shield, na Hydra, maTorcwhood, na Ordem da Pedra Branca, recusou as três primeiras e a última está em suspensão
-Por que? Ela está esperando uma proposta da Wonderland Inc.?
-Não sabemos senhor
-Formação
-Hogwarts..Sonserina
-Sonserina... ela é do mau?
-Só mercenária, senhor..
-Uhum- dizia ele analisando a foto na ficha dela – tem Stradivarius no nome
- A mãe dela era filha bastarda de um Stradivarius que a reconheceu antes de morrer
-E ela é quanto por cento bruxa?
-80%
-Uhum..ela encaixa perfeitamente nesta história.. por seus envolvimentos com aqueles assassinatos... Você acha que o manteria afastado o bastante para não comprometer nossa segurança, mas próximo o suficiente para seguir com a busca?
-Essa seria a função dela senhor?
-Também... estou precisando de uma bruxa no campo prático do chamado “presente” para resolver alguns problemas
-que problemas são esses senhor?
-Curioso hein, Thompson? Só te deu uma mísera palavra... Rugby
-Hugh- Thompson engoliu em seco- é o que estou pensando?
-Sim... eu preciso reverter os efeitos daquele maldito ritual- ele se tremia todo na cadeira- eu detesto pensar nisso, mas ficaram algumas pendências disso no presente e não posso pedir para Fanny por que ela está ocupada agora com o casamento... bem, mande chamar a garota e explique para ela a situação.

sexta-feira, 17 de junho de 2016

10-04-16

Grito mais alto para que não ouça meu silêncio
Abro bem os olhos para não ver a verdade
Me recuso a ajoelhar e sentir seu calor
Ignoro suas palavras e elas se tornam vazias
Levanto a bandeira de causa toa pífia
Fraquejo-me desesperada sob as sombras da razão
Eu reconheço o irrefutável
Mas quebro em mil espelhos e me lanço aos medíocres
Escolho um lado e é deles
Minha causa é que se fale
E não diga a verdade óbvia
Minha causa é que se fale
E não diga o que as coisas são
Minha causa é que se fale
E não diga o que ninguém quer ouvir
Minha causa é que se fale
E que se cale
O silêncio

Esse silencio confirma tua sadia ignorância

quinta-feira, 16 de junho de 2016

O silêncio dos seus olhos


     Isabela Biehl


I                        




No silêncio de seus olhos
Encontrei um céu de trevas
As estrelas fascinavam
Os dragões que ali moravam
Dentro de suas cavernas

No silêncio dos seus olhos
Reinaram deuses alados
Que a todos veneravam
Seus exércitos aliados
Hinos a eles exaltavam

No silêncio dos seus olhos
Ao passo que se davam
Vislumbrei magia rara
Cara maravilha enchia
Seu profundo de alegria
E não se demonstravam




No silêncio de seus olhos
Cavaleiros que lutavam
Num segredo de mil eras
Contras feras e quimeras
Quisera eu que fosse o único
A te guardar, mas então...

No silêncio dos seus olhos
Um mar surgiu em ti
E eles gritaram longe
Um canto ecoou
O encanto se afogou
Você se importou com algo
Com algo, querida
E neste momento se fez vulgar para mim


Os olhos de um universo
De placenta espacial
Quebrou se no comum

E apagou o meu vitral

quarta-feira, 15 de junho de 2016

O Conto do Canto part. II


Vcs acharam que o Vilhenns tinha morrido? Não, ele não morreu, ainda, e essa história ainda não acabou, é só que eu estava com um pouquinho de preguiça de escrever mesmo, e sabe as fanfics? Acho que vou postá-las aki no blog agora, só para ter alguma coisa para postar até eu começar a escrever resenhas, bem, fiquem com a segunda parte dessa disnovela doida




Era uma vez uma menina muito charmosa chamada Sophie, ela tinha uma irmã chamada Grace, procure as duas.
Na verdade era uma corpo e duas cabeças que falavam alternadamente com a mesma voztornado difícil a diferenciação.
-Com licença, senhorita... Sophie?
-Essa é mais uma daquelas historias com personagens principais hediondos com problemas de frieza existencialista?
-Haha, eu conheci Klaus, ele tinha passado por um trauma muito grande perdendo a esposa na sala de cirurgias, mas agora ele está bem com a imperatriz criança.
-Não sei se acredito...
-Mas eu não estou cercado de gente chata ou pessoas que são iguais a mim apenas pelo gosto
-Não somos muito procuradas, o que deu em vc afinal?
-Eu... Cheguei em casa e não encontrei minha mulher, não demorou e recebi um telefonema da mãe dela dizendo que ela queria me dar uma notícia e foi estava indo até mim no trabalho quando... foi abordada por dois assaltantes... ela então acelerou e acabou capotando com o carro de cima de um viaduto... e agora ela estava no hospital em estado gravíssimo, a notícia que ela queria me dar era que... Ela estava... Grávida... Até então pensávamos que ela era estéril... Eu cheguei no hospital desesperado e encontrei Ronald... Ele não me disse uma palavra se quer... apenas me deu um bilhete falando para procurar vocês...
-Ronald Liddell...
-Eu queria saber, em primeiro lugar por que é que eu não escuto eles falarem comigo... Quando Ronald ia me responder aquele avião caiu no chão e fomos levados por uma enxurrada de gente impressionada com esse milagre, jornalistas, curiosos e etc. E depois, por que primeiro Deus me livra da morte para ver minha mulher morrer antes de termos tido a felicidade de sermos pais.
-Ela morreu?
-Ainda não, mas vai morrer, está em coma, a situação dela é pior do que a minha naquele maldito avião, eu não tinha medo da morte, tinha medo de Francis ter pago por uma coisa que jamais iria receber, mas agora eu estou aflito, e se eu perder Elena?
-Você não ama Elena
-Isso não significa que quero que ela morra
-Não é essa a questão, se vai aprisiona-la a um casamento sem amor é melhor deixa-la livre.
-Livre significa perder a vida?
-Livre significa livre
-Eu não vim aqui para discutir isso.
-A primeira pergunta, eles só falam com gente iniciada.
-Iniciada no que?
-Iniciada na Ordem
-Outra Ordem?
-Não é uma Ordem qualquer
-Nunca é..
-Escuta aqui, nos sabemos muito sobre o teu caso, ele nos disse, se quer pagar Francis e salvar Elena da morte terá de pedir a ajuda dele e é sempre muito fácil ele ajudar.
-Como eu faço para pedir a ajuda dele?
-Se iniciando, ele vai aparecer pra você até terminar de te ajudar, depois só vai aparecer no espelho ou quando você ler o livro.

-Ótimo, como eu faço para me iniciar?.